segunda-feira, 30 de julho de 2012

História e Poesia

Como costuma dizer o pessoalzinho da balada, eu ando numa "vibe" de II Guerra que tem me feito ler e assistir a tudo quanto encontro sobre o assunto, e nestas buscas me deparei com esta poesia de Drummond, que fala do que restou da cidade após a batalha.

Interessante ver essa união de história e poesia, poesia que eu ainda não conhecia, mas que vai agora para meu acervo sobre a II Guerra.



Carta a Stalingrado

Stalingrado...
Depois de Madri e de Londres, ainda há grandes cidades!
O mundo não acabou, pois que entre as ruínas
outros homens surgem, a face negra de pó e de pólvora,
e o hálito selvagem da liberdade
dilata os seus peitos, Stalingrado,
seus peitos que estalam e caem,
enquanto outros, vingadores, se elevam.

A poesia fugiu dos livros, agora está nos jornais.
Os telegramas de Moscou repetem Homero.
Mas Homero é velho. Os telegramas cantam um mundo novo
que nós, na escuridão, ignorávamos.

Fomos encontrá-lo em ti, cidade destruída,
na paz de tuas ruas mortas mas não conformadas,
no teu arquejo de vida mais forte que o estouro das bombas,
na tua fria vontade de resistir.

Saber que resistes.
Que enquanto dormimos, comemos e trabalhamos, resistes.
Que quando abrimos o jornal pela manhã teu nome (em ouro oculto) estará firme no alto da página.
Terá custado milhares de homens, tanques e aviões, mas valeu a pena.

Saber que vigias, Stalingrado,
sobre nossas cabeças, nossas prevenções e nossos confusos pensamentos distantes
dá um enorme alento à alma desesperada
e ao coração que duvida.
 
Stalingrado, miserável monte de escombros, entretanto resplandecente!
As belas cidades do mundo contemplam-te em pasmo e silêncio.
Débeis em face do teu pavoroso poder,
mesquinhas no seu esplendor de mármores salvos e rios não profanados,
as pobres e prudentes cidades, outrora gloriosas, entregues sem luta,
aprendem contigo o gesto de fogo.

Também elas podem esperar.
Stalingrado, quantas esperanças!
Que flores, que cristais e músicas o teu nome nos derrama!
Que felicidade brota de tuas casas!
De umas apenas resta a escada cheia de corpos;
de outras o cano de gás, a torneira, uma bacia de criança.

Não há mais livros para ler nem teatros funcionando nem trabalho nas fábricas,
todos morreram, estropiaram-se, os últimos defendem pedaços negros de parede,
mas a vida em ti é prodigiosa e pulula como insetos ao sol,
ó minha louca Stalingrado!

A tamanha distância procuro, indago, cheiro destroços sangrentos,
apalpo as formas desmanteladas de teu corpo,
caminho solitariamente em tuas ruas onde há mãos soltas e relógios partidos,
sinto-te como uma criatura humana, e que és tu, Stalingrado, senão isto?
Uma criatura que não quer morrer e combate,
contra o céu, a água, o metal, a criatura combate,
contra milhões de braços e engenhos mecânicos a criatura combate,
contra o frio, a fome, a noite, contra a morte a criatura combate,
e vence.

As cidades podem vencer, Stalingrado!
Penso na vitória das cidades, que por enquanto é apenas uma fumaça subindo do Volga.
Penso no colar de cidades, que se amarão e se defenderão contra tudo.
Em teu chão calcinado onde apodrecem cadáveres,
a grande Cidade de amanhã erguerá a sua Ordem.

                                                       - Drummond -


 
E uma dica legal, para quem gosta da história da corajosa garota judia Anne Frank visite este endereço aqui.

Beijos e boa leitura.
Fefa Rodrigues

Batman

Ontem fui ver Batman, O Cavaleiro das Trevas Ressurge e gostei muitão!! A princípio, achei falta do ar sombrio de Gothan, mas logo a gente entende que a cidade é uma nova cidade, já que oito anos se passaram desde os acontecimento do filme anterior e a cidade agora está livre do crime organizado.


A cidade está limpa, Bruce Wayne é um bilionário recluso e Batman desapareceu depois de ser responsabilizado pelo assassinato de Havey Dent que é considerado o herói da cidade.

Tudo parece ir bem na cidade até que Bane, o vilão da vez, um cara muito mal que usa uma máscara assutadora, inicia uma revolta na cidade, "libertando" o povo de toda a autoridade e da polícia. Com isso ele cria um estado de anarquia e tenho que dizer que essa parte foi muito Revolução Francesa, começando com a queda da prisão de Gothan, o que na hora me lembrou da Queda da Bastilha, seguida da invasão e saque de propriedades pelo povo e com direito à julgamentos sumários em um tribunal de exceção presidido por ninguém menos que Crane, vulgo Espantalho, agindo "em nome do povo de Gothan". Não que isso tenha sido ruim, é apenas uma observação... talvez uma inspiração!!Mas tudo isso é apenas um disfarce para seu plano diabólico!!!

Tem também a Mulher Gato, que eu curti demais, sem aquele excesso de sensualidade normal à personagem, com um bom humor, uma pitada de sarcasmo e muito charme. Outro personagem que é novo e é um fofo é o Blake, um policial novato e idealista, que sempre acreditou no Batman, mesmo quando todos o acusaram de ser um assassino. Gostei muito destes dois personagens!!O Cristhian Bale dispensa comentários e o filme é supreendente, não tem nada de óbvio!!!

Mas, se você quer uma opnião mais bem desenvolvida, leia o post da Fê, do Na trilha dos Livros, ela é expert em filmes e fala melhor do assunto do que eu!!!

Beijos,
Fefa Rodrigues

Jundiaí

Neste fim de semana estive em Jundiaí, acompanhando o Davi em um curso, e tenho que dizer que adorei a cidade. Apesar de ser uma cidade grande, é bem espaçosa, o trânsito flui bem, as avenidas são largas, a cidade é bonita, muitas opções para comer, e o ponto alto foram as pessoas. Todos muito simpáticos, tivemos que pedir ajuda para encontrar os lugares onde íamos, e só encontramos pessoas educadas e dispostas a nos ajudar.


Então, se tem alguém ai que é de Jundiaí, parabéns pela cidade linda e pelas pessoas super simpáticas!!

Beijos, 
Fefa Rodrigues

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Amor Feinho

Amor Feinho

Eu quero amor feinho.
Amor feinho não olha um pro outro.
Uma vez encontrado, é igual fé,
não teologa mais.
Duro de forte, o amor feinho é magro, doido por sexo
e filhos tem os quantos haja.
Tudo que não fala, faz.
Planta beijo de três cores ao redor da casa
e saudade roxa e branca,
da comum e da dobrada.
Amor feinho é bom porque não fica velho.
Cuida do essencial; o que brilha nos olhos é o que é:
eu sou homem você é mulher.
Amor feinho não tem ilusão,
o que ele tem é esperança:
eu quero amor feinho.

                                  - Adélia Prado -

Não morri gente, só super ocupada!!
Em breve comentários de nossa leitura conjunta!!
 
Beijos,
Fefa Rodrigues


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Selinho

Agradeço o gesto carinhoso da Gabi, do Abrindo os Livros, que mais uma vez me presenteou com um selinho:

Vamos lá:

1. Linkar o Blog de quem você recebeu:

2. Divulgar o selinho:


3. Colocar o Selo no blog:

ai do lado!!

4. Indicar 10 blogs:
O Guardião
O Guardião da Muralha
Desventuras Amorosas
Na Trilha dos Livros
Super Atentas
Um Livro por Dia
Universo Literários


Não são 10, mas são os que eu visito diáriamente!!!

Gabi, obrigada pelo carinho!!!!
Beijos...
Fefa Rodrigues

sábado, 21 de julho de 2012

Para os fascinados por Crônicas do Felo e Fogo

Quando vi essa imagem, pensei em todos nos, fanáticos  por Crônicas do Gelo e Fogo...


Acho que todo mundo concorda...

Beijos...
Fefa Rodrigues

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O Prisioneiro do Céu – Zafón

Há algo de muito próximo entre Zafón e Gabo. Eu sei que, especialmente para aqueles que tem um conhecimento técnico do assunto, uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas, para mim, a mesma sensação de entrar em um mundo próprio acontece quando leio as obras destes dois escritores. Eu acredito que seja pela forma com que suas histórias são sempre repletas dos “absurdos da vida” de modo a tornar a realidade das pessoas um tanto mágica. Para mim, estes dois escritores conseguem ver a magia que há na vida comum.



A capa de O Prisioneiro do Céu diz que se trata da continuação de A Sombra do Vento, mas os comentários iniciais dizem que, apesar de as três histórias – O Jogo do Anjo, A Sombra do Vento, e O Prisioneiro do Céu – estarem interligadas, elas podem ser lidas separadamente e em qualquer sequência.

Acima eu coloquei os livros na ordem cronológica em que as histórias se passam, mas eu li A Sombra do Vento primeiro (e me apaixonei perdidamente por Zafón), depois li O Jogo do Anjo e agora O Prisioneiro do Céu, e acredito que esta seja a melhor sequência para se fazer a leitura porque lendo A Sombra do Vento (e relendo diversas vezes como eu fiz), a gente passa a conhecer melhor essa Barcelona cheia de mistérios, seus personagens tão apaixonados por literatura quanto nós e lugares míticos como O Cemitério dos Livros Esquecidos. Assim, acredito que a leitura dos outros dois livros acaba sendo mais proveitosa já que estamos muito familiarizados com os personagens e lugares por onde vamos andar se lermos primeiro A Sombra do Vento.

Bem, O Prisioneiro do Céu é um livro pequeno, são apenas 246 páginas nas quais vamos acompanhar Daniel Sempere, agora casado com sua amada Bea, trabalhando tranquilamente na livraria da família em companhia de seu pai e de seu bom amigo Fermín que está prestes a se casar com Bernarda. São vésperas de Natal e Daniel está sozinho na loja quando uma estranha figura entra no lugar e pede para ver o livro mais raro da livraria, uma edição de luxo de O Conde de Montecristo.

Daniel percebe que o cara não é exatamente alguém apaixonado por livros, mas que aceita pagar a estrondosa quantia de 35 pesetas pela obra, então ele se vê obrigado a vender o livro. O homem então faz uma estranha dedicatória no livro e diz para Daniel fazer a entrega. A dedicatória dizia:

Para Fermin Romero de Torres,
que retornou dentre os mortos
e tem a chave do futuro. 13”

Assim é que, com a aparição daquele fantasma de seu passado Fermín tem que contar para Daniel que, na verdade, a vida deles está ligada desde muitos anos antes, desde uma promessa feita a David Martin (personagem de O Jogo do Anjo) envolvendo a mãe de Daniel e o sinistro passado de Fermín nas prisões de Franco.

O livro segue o mesmo estilo dos anteriores, cheio de frases pra gente grifar, com aquele cinismo ótimo do Fermín e o jeito doce e meio abobado de Daniel. Na realidade, me pareceu mais uma preparação para o que está por vir. Como eu disse acima, é uma história curta que fecha alguns “buracos” que ficaram abertos nos outros dois livros. E cria alguns outros mistérios.

Sinceramente, só vai gostar deste livro quem leu os outros dois, então minha dica é se você ainda não leu Zafón, NÃO comece por este. Se você já leu A Sombra do Vento, então leia O Jogo do Anjo e você então não vai resistir à leitura de O Prisioneiro do Céu, além disso, vai perceber, porque o autor deixa isso bem claro, que as histórias de Daniel Sempere estão apenas começando.

Beijos e boa leitura!!
Fefa Rodrigues

PS: Hoje começamos a leitura conjunta de Do Amor e Outros Demônios, todos estão convidados!!!





domingo, 15 de julho de 2012

Você sabe como as coisas funcionam?


Aqueles que não gostam de política serão governados por aqueles que gostam”


Ouço muita gente dizer que não gosta de política. Acredito que, no fundo, o que estas pessoas querem dizer é que não gostam de politicagem, e há uma grande diferença entre as duas coisas. Você pode não gostar de partidarismos, de discussões que não levam a nada e do comportamento de alguns dos políticos, mas não gostar de política ou, pior ainda, manter-se indiferente quando chega o tempo das eleições, não é uma decisão inteligente.

Além disso, percebo que a maioria das pessoas não sabem, ao certo, qual é a estrutura do poder em nosso país, não sabem o que faz um vereador, um deputado, um prefeito, um juiz, então, não tem condições de cobrar atitudes ou de criticar ou questionar comportamentos. 

Percebo isso no meu dia-a-dia, já que por vezes sou chamada a explicar a um ou outro contribuinte que “não, o juiz não fica no prédio do Paço Municipal” ou que “os vereadores ficam naquele prédio do outro lado da praça”. E isso, na maior parte das vezes, para pessoas que não são completamente desprovidas de formação.

Então, pensando nisso, e aproveitando o momento eleitoral, decidi fazer algumas postagens aqui, esclarecendo de forma bem simples “como as coisas funcionam”, para que, no mínimo, a gente esteja protegido de falar besteira durante as conversas que com certeza teremos nos próximos meses e, também, porque conhecendo o que cabe a cada um dos membros do poder, acredito que teremos mais condições de escolher, dentre as tantas opções que nos são dadas, aquele que melhor poderá desempenhar seu papel.

Eu sei que o foco deste blog é a literatura, mas peço licença àqueles que me visitam diariamente em busca de informações literárias, para falar um pouquinho de outro assunto que me é comum, uma vez que sou advogada e servidora pública!!

Antes de qualquer coisa é interessante que todos relembrem que no Brasil, o poder soberano é exercido por três órgãos, o poder Legislativo, o poder Judiciário e o poder Executivo. Foi Aristóteles quem primeiro identificou que o governo era exercido por meio destas três funções. Por muito tempo, estas funções se concentraram nas mãos de uma única pessoas, fosse o Rei, o Imperador ou um chefe tribal qualquer.

Essa concentração de poder atingiu o auge durante o período conhecido como Absolutismo e, neste ambiente, foi que o pensador francês Montesquieu aprimorou a ideia e inovou ao defender que estas três funções deveriam ser exercidas não pela mesma pessoa, mas por três órgãos distintos, autônomos e independentes entre si, sem o que não haveria justiça. Essa foi uma das ideias que serviu como base para a Revolução Francesa.

Muito tempo se passou desde que os franceses decapitaram seu rei, e a tripartição dos poderes é hoje uma realidade em todos os Estados Modernos. E não é diferente aqui no Brasil. Então, o primeiro ponto a se ressaltar para compreender o que compete (é esse o termo que usamos) a cada uma das funções públicas é saber que cada um dos poderes tem suas funções típicas e suas funções atípicas, ou seja, cada um deles - prefeitos, vereadores, deputados, governadores, presidente, senadores - podem ir até onde lhes permite sua competência. 

Portanto, entender o que é de competência de quem é essencial para sabermos quais as qualidades atributos temos que buscar nos candidatos para cada cargo eletivo. E sobre isso eu falarei mais na postagem de amanhã!!

Beijos,
Fefa Rodrigues




sexta-feira, 13 de julho de 2012

O dia em que a Terra se enche de Azar

Hoje é sexta-feira 13, um dia cheio de superstições, não é mesmo?!?! E você sabe a razão pela qual este dia é considerado o dia do azar?? Uma das razões é o fato de ter sido exatamente em uma sexta-feira, dia 13, que, observando a bula do Papa Clemente V, o Rei Felipe de França ordenou a destruição e morte - na fogueira, para a maioria deles - de todos os Cavaleiros Templários. 


Acredito que a maioria sabe que os Cavaleiros Templários ou Cavaleiros do Templo, foi uma ordem religiosa e militar fundada por volta do ano do nosso Senhor de 1096 e que tinha como finalidade proteger os peregrinos cristãos que iam até a Terra Santa, o que se tornou possível após o fim da primeira cruzada, e a conquista do lugar pelos cristãos. 

A princípio, os poucos cavaleiros que a fundaram, fizeram voto de pobreza e passaram a viver nas ruínas do Templo de Salomão. Com o passar dos anos, a ordem se tornou tão forte e tão rica quanto qualquer rei da cristandade, ou melhor, muito mais que qualquer um deles, até mesmo mais rica que o próprio Papa. Logo, a ordem passou a emprestar dinheiro a reis e nobres, que precisavam manter seus exércitos no oriente, e se tornou algo como um grande banco que tinha a maioria dos soberanos nas mãos, além de ser dona de muitas propriedades espalhadas por toda a Europa. Os Templários se tornaram uma grande potência, e passaram a ser temidos.

Há quem acredite e defenda (e eu adoro acreditar no mesmo), que os Templários encontraram os tesouros do Rei Salomão, não só outro e prata, mas toda a fonte de seu conhecimento e, a partir de então, passaram a ser os protetores tanto do tesouro em si, mas, principalmente do conhecimento o que os tornou ainda mais fortes e essa foça começou a incomodar a realeza que estava extremamente endividada com a ordem depois de tantas lutas no oriente que a ideia de acabar com os Templários e confiscar seus bens começou a parece um ato santo e de inspiração divina. 

Não demorou para que o problema fosse resolvido ao melhor estilo Idade Média. Por meio da Bula Pastoralis praeeminentiae, o Papa Clemente V condenou - sem provas, diga-se de passagem - os Templários por heresia e sodomia e o Rei Felipe, pela graça de Deus, limpou a cristandade desse mal.  

Há quem dia que mesmo depois da ordem ter sido destruída, alguns Templários remanescentes continuaram pelo mundo, escondendo e protegendo seu grande tesouro, agora como Maçons. 

Eu, particularmente, gosto muito do assunto e, como já disse aqui uma dezena de vezes, costumava organizar uma gincana pra uma galera bacana demais, que a gente chamava de Piratas Urbanos nas versões que aconteciam aqui na cidade. Nós nos sentíamos verdadeiros arqueólogos e, na primeira delas, usei a ideia de Templários para criar a história e a pista que iniciou a brincadeira foi essa aqui:

Enquanto o peregrino do infiel protegíamos,
Muitos tesouros descobrimos,
Mas além de riqueza também encontramos
Saber, conhecimento e respostas
Para incontáveis enigmas e impressionantes mistérios.

Tanta riqueza e conhecimento
Nos deu poder e uma nova missão.
E tal poder tão grande era
Que foi capaz de em nossas mãos colocar,
Além de inúmeras coroas, o Barrete Santo.

Mas o ódio, o medo e a inveja
Daqueles que antes amigos eram,
Levaram-os a nos dizimar,
No dia até hoje maldito,
Quando a Terra se enche de azar,

E por toda a eternidade,
Quando a sexta o treze encontrar
Nossos assassinos serão condenados,
Por nosso sangue inocente
Injustamente derramar.


Mas o seu plano maligno não foi capaz de nos apagar,
Ainda que a superstição faça
Uma aura diabólica sobre nós pairar
Nossa missão continuamos a cumprir,
Mas por outro nome hoje nos conhecerá.

Fiéis a nossa missão,
Entre nossos assassinos sobrevivemos,
E sem que eles sequer percebam,
Nossas marcas entre eles deixamos,
Pois para sempre, nosso segredo guardamos.

Se realmente desejam, nessa busca continuar,
Encontrem a casa onde nossos assassinos se escondem
E quando lá estiverem, busquem com atenção,
Pois, se seus olhos forem abençoados por Aquele que tudo vê,
Então serão capazes de encontrar as marcas que seu caminho poderão iluminar.

Então, amigos, é isso ai. Para quem quer saber mais do assunto, indico o livro Os Templários de Piers Paul Read. Não é romance, é um livro que conta desde a formação da ordem até seu fim, dando destaque em capítulos específicos sobre Ricardo Coração de Leão e Saladino. Muito interessante!!


Ah, e tem outra coisa, hoje também é dia do Rock!!! Uhuu!!!



Beijos,
Fefa Rodrigues

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Leitura Conjunta - Do Amor e outros Demônios

Olá amigos, a Dora, o Nerito, acredito que a Orquídea, e eu vamos começar a leitura conjunta de Do Amor e Outros Demônios do Gabriel García Marques, livro que eu já li uma porção de vezes e vou ler de novo com muito gosto. 

A ideia é poder ir trocando impressões durante a leitura, o que poderemos fazer nesta postagem mesmo, ou nas demais postagens que forem surgindo. Acho que será mais ou menos como um daqueles Clubes do Livro que vemos nos filmes americanos, não é??

Meu exemplar em acabadinho...
comprei num sebo e já li tantas vezes que as folhas estão ficando soltas!!

Então, queria convidar outras pessoas para fazerem parte da roda também. Assim, para dar tempo de todos os interessados se prepararem, acho que podemos começar a leitura a partir da próxima segunda-feira, pode ser?

Se alguém mais se interessar em fazer a leitura conjunta, conta aqui, tá bom?!

Acho que será uma experiência bem legal!! Eu tenho feito isso com a Orquídea e tem sido interessante!!!

Beijos e boa leitura!!!
Fefa Rodrigues

Mais material sobre II Guerra...

Eu sempre passo nas Bandas de Revistas da cidade em busca de coisa nova sobre a II Guerra. Infelizmente, poucas vezes encontro algo "novo". Novo no sentido de ser mais do que algumas reportagens contando resumidamente o que foi o conflito, quem lutou contra quem e todas estas coisas que a gente já sabe.

Nesta semana comprei estas revistas e um livro, mas quero mais coisas, quero saber mais, ir um pouco além do básico. Então, se alguém tem dicas de material sobre II Guerra, livros, revistas, documentários... me diz!!!:o)




Beijos e boa leitura!!!
Fefa Rodrigues

Morte dos Reis

Ôh! Coisa Boa!!! Comprar livros... poucas coisas são tão prazerosas!! Na terça fui ao shopping com o Davi e entramos numa livraria "só pra olhar", afinal, tínhamos prometido não comprar nada novo até que eu lesse o que está me esperando na estante, mas... como resistir ao novo livro da série Crônicas Saxônicas do Bernard Cornwell??


Então, ele veio pra casa...e agora Uhtred está ali na minha estante, aguardando pra contar mais um pouco de sua hitória e de suas infindáveis lutas!!


Diz, ai... dinheiro mais bem gasto, né não?!?!

Beijos,
Boa leitura...
Fefa Rodrigues

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O Historiador - Elizabeth Kostova

Termino este livro com aquela sensação de deixar um bom amigo para trás. Um livro que eu amei, me apaixonei totalmente e que foi dica da minha amiga aqui do blog, a Orquídea, quando eu pedi sugestões de literatura vampiresca.


Eu nunca tinha lido nada sobre vampiros, apesar deles estarem bem na moda atualmente, então, comprei este livro imaginando algo tio Crepúsculo ou Fallen (séries que eu ainda não li), mas fui surpreendida por algo de muito mais conteúdo. Acredito que um livro que tem tudo para se tornar um clássico ao melhor estilo Entrevista com Vampiro ou Drácula.

A história começa quando uma garota americana, que vive em Amsterdã com seu pai que trabalha na diplomacia, encontra na biblioteca de sua casa um livro estranho, feito de pergaminho muito antigo e que não tem nada escrito em suas páginas, exceto pelo desenho de um dragão bem no centro. Junto daquele objeto estranho, a menina encontra cartas datadas da década de 30, estranhamente endereçadas a “Meu desafortunado sucessor”. Depois de ler aquelas cartas, a garota fica intrigada e cria coragem para perguntar a seu pai o que tudo aquilo significa.

O pai, Paul, decide levar a filha a algumas de suas viagens de trabalho, e eles andam por várias cidades europeias visitando mosteiros e castelos medievais, e a cada parada seu pai conta um pouco sobre seu professor e orientador de doutorado, Bartolomeu Rossi, que um dia, assim como ele, encontrou (ou foi encontrado) por um daqueles estranhos livros e para onde suas pesquisas o levaram até seu misterioso desaparecimento.

E é assim que, a partir das cartas de Rossi, contando sobre suas pesquisas nos anos 30 e depois pela narrativa de Paul, sobre suas próprias buscas na década de 50, nós vamos conhecendo toda a história real de Vlad Tepes III, soberano da Valáquia, e mais conhecido como Drácula, o Empalador.

Eu gostei especialmente da parte em que Paul e sua amiga Helen começam a realizar a pesquisa juntos, seguindo pistas como livros antigos, panfletos medievais sobre vampirismo, lendas e canções folclóricas eles buscam encontrar a localização da tumba de Drácula que não é o Lago Snagov como todos acreditam ser. Para quem ama história e adoraria visitar bibliotecas esquecidas em mosteiros da Idade Média e olhar e tocar manuscritos medievais, esta livro é perfeito (Ah!!! Se eu ainda fizesse Caças ao Tesouro em nossos carnavais!!!).

O livro me lembrou – em partes – o livro O Código Da Vinci, por esta questão de pistas escondidas na história e em seus símbolos!!

Então ai é que foi minha surpresa, é verdade que durante essa busca acadêmica, eles acabam descobrindo que a existência dos mortos-vivos não é apenas uma lenda de pessoas simplórias dos remotos campos da Europa oriental, mas uma realidade que os persegue por suas andanças por Istambul, Hungria, Bulgária e Romênia e até pelas modernas ruas dos Estados Unidos, mas o foco da história são as questões históricas, as lendas envolvendo Drácula e quem foi esse realmente esse homem que, seja pela lenda, seja pelos feitos, se recusa a morrer.

Não há vampiros por todos os lados querendo morder jovens inocentes, mas há uma constante presença do mal que chegou a me dar calafrios. E no fim a gente acaba por descobrir que temos um lado em comum com Drácula!!:o)

Um livro que eu indico totalmente, para quem gosta de vampiros e para quem gosta de um romance muito bem escrito, uma narrativa deliciosa e um ótimo mistério a se resolver!!! (E que me fez pensar o tempo todo “porque, afinal de contas, eu fiz Direito e não História?”).

Beijos e boa leitura!!!
Fefa Rodrigues


PS: Ontem, eu estava em uma livraria no shopping comprando Morte dos Reis, sexto livro da série Crônicas Saxônicas do Bernard Cornwell, quando ouvi uma mocinha falando com a vendedora. Ela queria um livro de vampiros, mas tudo o que tinha na livraria ela já tinha lido. Então, interrompi a conversa delas e falei sobre O Historiador, disse que era sobre o Drácula e que era muito bom, e ela se interessou e resolveu comprar. Sai de lá com uma sensação boa, a de perceber que nossa paixão por livros, diferente da maioria das paixões, tem a capacidade de criar laços entre as pessoas!!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Como roubar um coração?

Porque sexta-feira é dia de romance...

 
Como Roubar um Coração 
Para se roubar um coração é preciso que seja
com muita habilidade,
tem que ser vagarosamente, disfarçadamente,
não se chega com ímpeto,
não se alcança o coração de alguém com pressa.

Tem que se aproximar com meias palavras,
suavemente, apoderar-se dele
aos poucos, com cuidado.
Não se pode deixar que
percebam que ele será
roubado, na verdade, teremos que
furtá-lo, docemente.

Conquistar um coração de verdade dá
trabalho, requer paciência, é
como se fosse tecer uma colcha de retalhos,
aplicar uma renda em um
vestido, tratar de um jardim,
cuidar de uma criança.

É necessário que seja com destreza,
com vontade, com encanto,
carinho e sinceridade.

Para se conquistar um coração definitivamente
tem que ter garra e
esperteza, mas não falo dessa esperteza que
todos conhecem, falo da
esperteza de sentimentos, daquela que existe
guardada na alma em
todos os momentos.

Quando se deseja realmente conquistar um
coração, é preciso que antes
já tenhamos conseguido conquistar o nosso,
é preciso que ele já tenha
sido explorado nos mínimos detalhes, que
já se tenha conseguido
conhecer cada cantinho, entender cada espaço
preenchido e aceitar
cada espaço vago.

...e então, quando finalmente esse coração
for conquistado, quando
tivermos nos apoderado dele, vai existir
uma parte de alguém que
seguirá connosco.
Uma metade de alguém que
será guiada por nós e o
nosso coração passará a bater por
conta desse outro coração.

Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com
certeza haverá instantes,
milhares de instantes de alegria.
Baterá descompassado muitas vezes e
sabe por quê?
Faltará a metade dele que
ainda não está junto de nós.

Até que um dia, cansado de estar dividido
ao meio, esse coração
chamará a sua outra parte e alguém por
vontade própria sem que
precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará
a metade que faltava.

... e é assim que se rouba um coração,
fácil não? Pois é, nós só
precisaremos roubar uma metade, a outra virá
na nossa mão e ficará
detectado um roubo então!

E é só por isso que encontramos tantas pessoas
pela vida a fora que
dizem que nunca mais conseguiram amar
alguém......é simples.......é
porque elas não possuem mais coração,
eles foram roubados, arrancados
do seu peito, e somente com um grande amor
ela terá um novo coração,
afinal de contas, corações são para
serem divididos, e com certeza
esse grande amor repartirá o dele com você!!!! 



                                               - Luís Fernando Veríssimo - 



Boa sexta-feira!!!
Beijos
Fefa Rodrigues

Estou em férias...

A partir das 17h01min de hoje estou em férias. Dias dedicados aos livros, aos filmes e ao meu pijama. A andar pela cidade e fotograr um pouco das coisas que eu gosto, especialmente os casarões antigos que estão indo ao chão como folhas no outono. Um ou outro passeio até uma cidade próxima e até São Paulo para uma visita a algum museu.



Minhas férias de inverno (hey, inverno, cadê você?) são assim, tranquilas, para relaxar mesmo, por isso são apenas 10 dias... o agito eu guardo pras férias de verão!!!

Beijinhos!!!
Fefa Rodrigues

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Para o bem da minha saúde mental...

Para o bem da minha saúde mental, trouxe de casa meu fone de ouvido e pedi pro mocinho do CPD acertar o som do meu micro. Agora estou a salvo de músicas sertanejas, vaneras, pagodes e afins... minha saúde mental agradece e, para comemorar minha libertação, posto a letra de uma música que eu amo:

A Felicidade

Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar
A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
e tudo se acabar na quarta feira
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite
Passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Prá que ela acorde alegre como o dia
Oferecendo beijos de amor
Tristeza não tem fim


                                            Tom Jobim 

Beijos;
Fefa Rodrigues


quarta-feira, 4 de julho de 2012

9 de Julho

O dia 9 de julho é feriado aqui no estado de São Paulo, mas muita gente não conhece sua origem, por isso resolvi falar um pouco sobre a data, pois, 9 de julho, além de ser o nome de uma avenida muito famosa de São Paulo é um dia especial para os paulistas e comemora a Revolução Constitucionalista de 1932!!

"No momento eu faria tudo, eu daria tudo para São Paulo se separar do Brasil" - Mário de Andrade

O movimento, também conhecido como Guerra Paulista, durou pouco tempo, de julho a outubro de 1932, e tinha como finalidade derrubar o governo ditador do presidente Getúlio Vargas e promulgar uma nova Constituição. Com o passar dos dias, ele tomou ares separatistas, mas não era esta a essência do movimento.

Tudo começou em 1930, com a Revolução que derrubou o governo de Washington Luiz e impediu que Júlio Prestes, o presidente eleito, assumisse o governo. Getúlio Vargas tornou-se o "presidente", e invalidou a Constituição de 1891, com isso colocando fim à República Velha e acabando com a autonomia que os estados-membros possuiam, ou seja, o governo federal poderia intervir no estado como bem entendesse, inclusive os governadores eram nomeados pelo próprio Getúlio, e isso não agradou nem um pouco os estados e os paulistas principalmente, já que era o estado mais rico do país.

A revolta teve como estopim a morte de cinco jovens paulistas por partidários da ditadura, e é em homenagem a eles que vemos muito por São Paulo a silga M.M.D.C, que, inclusive, se tornou o nome de uma sociedade secreta que tinha como finalidade lutar contra a ditadura de Vargas.

"O que não compreendo é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado!" - Júlio Prestes

A eclosão aconteceu em 9 de julho, mas as batalhas não duraram muito. O bloquei ao Porto de Santos acabou com a economia paulista, e o apoio esperado de outros estados acabou não vindo. São Paulo perdeu a Guerra, mas a revolução iniciou o processo de redemocratização do país. 

"Morro mas São Paulo vence!" - Paulo Virgínio

Foi só um pouquinho do assunto, mas já dá para ter uma idéia do que o feriado representa, não é?

Beijos, e boas leituras... aguardando a chegada do feriado prolongado!!!
Beijos,
Fefa Rodrigues


Cora Coralina

Poeminha Amoroso

Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo... 

                                             Cora Coralina 

Doce como açúcar, não é?
Beijos,
Fefa Rodrigues 

terça-feira, 3 de julho de 2012

O Caso do Capítulo 26

Parafraseando Jô Soares em Assassinato na Academia Brasileira de Letras, para apelidar o problema envolvendo a falta do capítulo 26 nos exemplares de Dança dos Dragões adquiridos na pré-venda, quero apenas comentar que considerei muito digna a atitude das Lojas Americanas, onde comprei meu exemplar, que me informou por e-mail hoje que irá me enviar um novo exemplar do livro sem qualquer custo adicional e não irá retirar o exemplar defeituoso. 


Obrigada, Lojas Americanas, por agir independente de qualquer reclamação minha!!

Fefa Rodrigues

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Delírios de Leitura da Fefa (e da Dany também)!!!

Sábado passado minha sobrinha chegou em minha casa com sua mochila cheia. Achei que era toda a roupa da semana para ser lavada, já que ela estuda em São Paulo, mas não era. Eram 10 livros novinhos em folha!! Ela foi retirando um por um de dentro da mala e me contando como ela escolheu cada um deles.


Comprou Jogos Vorazes porque adorou o filme.

 
Comprou Fallen porque eu disse que a Fê, do blog Na Trilha dos Livros, disse que era muito legal.


Comprou A Festa do Bode porque é um livro que eu li há muito tempo, sempre falei bem dele, e a gente nunca encontrava para comprar.

A foto ficou horrível!
Comprou outros dois de uma série lá que eu não me lembro muito bem, meio estilo Gossip Girls ("Só pra relaxar" - esclareceu ela) e, por fim, tirou de dentro da mala O Prisioneiro do Céu e dai sim eu tive um colpaso nervoso, porque eu simplemente desconhecia que havia uma nova obra do Zafón publicada em português e quando eu li no cantinho da capa a frase "A continuação de A Sombra do Vento" eu deixei tão claro para a Dani que aquele livro só sairia da minha casa sobre meu cadáver, que ela disse "Essa cena daria um livro chamado Os delírios de leitura da Fefa" e nós caímos na risada... e claro, o livro ficou de presente de aniversário (apesar do meu aniversário ser só em novembro!!) atitude que garantiu a continuidade de um relacionamento saudável entre nós duas!!!


Os apaixonados por livros me entendem, não é??

Beijos e boa leitura!
Fefa Rodrigues

Problemas com Dança dos Dragões

Depois toda a odisséia envolvendo a entrega do meu exemplar de A Dança dos Dragões, que incluiu três tentativas de entrega em casa, uma breve discussão com uma atendente da Americanas e o moço da transportadora sendo super gente boa e descobrindo onde eu trabalho para me entregar o livro, eis que sou supreendida pelo Caso do Capítulo 26!!



Ou seja, o meu exemplar, como o de todos aqueles que compraram na pré-venda está com o capítulo 26 faltando e, segundo li pela net à fora, a partir de 1º de agosto a editora Leya vai trocar os exemplares. 

De nada adiantou a compra na pré-venda!! Como dizia minha avó, a pressa é inimiga da perfeição!!

Beijos,
Fefa Rodrigues

Releituras e Leitura Conjunta

Reler meus livros preferidos é algo que eu sempre penso em fazer a cada um que eu termino, mas com tantos novos livros na estante esperando a leitura, e com a imaginação do Bernard Cornwell criando tanta coisa nova para eu comprar, sem contar o Zafón, o Martin e os clássicos que eu ainda não li, as releituras acabam ficando para segundo plano.

Estou finalizando O Historiador com aquela pontinha de dó em ter que deixar os personagens e uma história que eu amei, então decidi que não posso mais deixar estas releituras para depois. Como tenho alguns minutos pela manhã e depois do almoço, decidi fazer minhas releituras nestes momentos, além aproveitar este tempo para algumas leituras conjuntas, ou seja, aqueles livros um pouco mais fininhos, que podem ser levados de lá para cá (diferente da série Crônicas do Gelo e Fogo, por exemplo, que tem um pequeno problema de translado), eu vou ler durante meus minutos de folga durante o dia. 

Com isso espero adiantar aqueles livros que ainda não li e reler alguns de meus preferidos!! Já comecei uma leitura conjunta, é Pippi Meialonga da suéca Astrid Londgren, um clássico da literatura infantil que tive vontade de ler desde que ouvi o Sawyer do Lost falando sobre ela (e lembrado que o pseudônimo escolhido pelo personagem também se baseava em um clássico da literatura infantil, o livro Tom Sawyer do Mark Twain). 


Logo faço a resenha!!

Abraços e boa leitura!!
Fefa Rodrigues